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CAPS I e ADIII de Monteiro realizam atividades de valorização à vida neste Setembro Amarelo

A atenção à saúde mental tem sido reforçada nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do município de Monteiro especialmente durante o Setembro Amarelo. Com programação variada, as ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde por meio dos Centros conscientizam a população sobre a atenção necessária e especial que deve ser dada a quadros de tristeza, isolamento social e demais sensações que fragilizam a saúde mental, física e emocional.

Tendo com o tema: “Diga NÃO ao suicídio”, a programação oferece condições para que o participante encontre uma valorização na sua própria existência com a promoção de uma saudável troca de experiências para desmistificar preconceitos relacionados à saúde psíquica.

Neste sentido o Caps AD lll de Monteiro, realiza Projeto, através de Palestras, roda de conversas e bastante discussão sobre o assunto, como por exemplo, a palestra intitulada: 10 dicas para ter uma saúde física e mental saudável com a Enfermeira e Educadora Ângela Vasconcelos. Durante esse momento foi aberta sessão com diálogos e muitos testemunhos.

Já a equipe do CAPS I concedeu entrevistas a respeito do Setembro Amarelo, além de trabalhos com a participação de repentistas, oficinas terapêuticas, atividades em conjunto com o NASF. E para tirar os pacientes da rotina, houve um grande piquenique na vizinha cidade de Sumé, promovendo a interação e um dia bastante animado.

“Todas as ações são importantes para divulgarmos a necessidade de um olhar sensível ao sofrimento psíquico das pessoas e suas consequências para a vida do paciente e de toda a estrutura familiar. Toda nossa programação tem como objetivo, primeiro, trabalhar os preconceitos em torno do suicídio com paciente, família e comunidade para que possamos através da valorização, salvar mais vidas”, destacou Kelline Torres, diretora do CAPS I.

Atendimento
Desesperança, desejo de morte e idealização suicida são temas constantemente trabalhados no serviço de saúde mental, tanto individualmente quanto em grupos nas atividades de rotina. O paciente que apresenta algum desses sintomas é atendido por equipe multiprofissional capaz de identificar sinais inicias e de alerta e atuar de acordo com a gravidade do caso.

Tanto o CAPS I quanto o CAPS AD III fazem o acolhimento e o serviço se estende também para outros equipamentos da saúde pública que contam com profissionais capacitados, como é o caso das unidades de Atenção Básica, que são sensíveis a identificar alguma situação e também fazer abordagens – pois as unidades têm psicólogos que compõe os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasfs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Para receber o primeiro atendimento em algum dos Caps não é necessário agendamento prévio nem encaminhamento médico, basta buscar de modo voluntário. A família de alguém em sofrimento psíquico também pode procurar mesmo sem a presença do familiar.
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