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Conversas dão indícios de como eram feitas as fraudes em Campina Grande; veja diálogos

Conversas obtidas pelo Blog do Wallison Bezerra mostram como eram os acordos para a realização de fraudes no fornecimento na merenda escolar fornecida pela rede municipal de Campina Grande.

Os diálogos apontam, por exemplo, que o vereador Renan Maracajá (PSDC), teria participação direta nas irregularidades investigadas pela Operação Famintos.

No dia 23 de julho, uma conversa entre o presidente da CPL de Campina, Helder Giuseppe e o servidor da Secretaria de Administração José Lucildo falaram sobre um documento que Renan havia deixado no órgão para ser entregue a Helder ou ao então secretário Paulo Roberto Diniz.

Veja:

Helder– Bom dia mestre.

Lucildo– Bom dia, o Senhor ta bem?

Helder– Tô dormindo cara, ainda bem que tu me acordasse.

Lucildo– Mas rapaz, oito horas.

Helder– Ôxe, saímos daí ontem era quase uma…

Lucildo– Fosse assistir o jogo do 13 foi?

Helder– Rapaz não fale no jogo do 13 não que Doutor Paulo ontem acabou com

a gente.

Lucildo– (risos).

Helder– Deus me livre.

Lucildo– Tu vem pra CPL?

Helder– Vou, o que é que tu precisa?

Lucildo– É porque tem um documento aqui RENAN deixou pra tu.

Helder– Não acredito que esse corno deixou nada aí.

Lucildo– Visse.

Helder– Foi bom demais, mesmo na hora.

PB

Lucildo– Aí ele disse que pra entregar a tu ou a Doutor Paulo.

Helder– É, guarde essa porra aí.

Lucildo– Pronto, beleza.

Helder– Tô já chegando aí.

Lucildo– Tá bom, valeu

Isso, segundo os órgãos investigadores, aponta que o vereador tinha participação direta no esquema. Durante os mandados de busca e apreensão, foi encontrada uma planilha na sede de LACET COMERCIAL contendo nome as escolas de Campina e uma lista de estabelecimentos de ensino que Renan era o responsável por fornecer alimentos.

Em 05 de abril a Polícia Federal constatou, como já noticiamos aqui no Blog, que Renan foi até a casa de Marco Antônio Querino para um encontro, que foi marcado através de uma ligação.

RENAN: Diga ai meu amigo.

MARCO: Tudo em rodem meu velho.

RENAN: Ei, precisando, você está adivinhando, precisando falar contigo

pessoalmente, urgente.

MARCO: Eu estou em casa.

RENAN: Está em casa? Eu estou com u compromisso hoje. Amanhã de manhã tu vai viajar?

MARCO: Amanhnã… Se eu for é unas 10: a 11:00 horas

RENAN: Então 08:00 horas da manhã eu ligo para você, onde você estiver eu encosto.

MARCO: Beleza.

RENAN: Beleza?

MARCO: Se eu sair… pode vir unas 07:30.

RENAN: Pronto. Combinado. Amanhã a gente se encontra.

MARCO: Combinado.

RENAN: Combinado.

MARCO: Valeu. Tchau

Em outra ligação interceptada, Renan Maracajá conversa com Marco Antônio Querino da Silva, conhecido como Marcão, sobre a necessidade de um encontro para tratar sobre “problemas” em colégios da Rainha da Borborema.

MARCO: Fala patrão.

RENAN: Pra gente ver aquele negócio dos colégios daqui homi, um estresse do caramba.

MACARRÃO: Tô marcando pra sexta feira. Mas sexta é feriado, é melhor a gente antecipar.

RENAN: Bota pra quinta.

MACARRÃO: Pra quinta. Pronto. Vamos escolher só um canto. Qualquer coisa a gente faz lá em Bilão mesmo, na casa dele…Nosso bar fechou.

RENAN: Foi. Bem pertinho de casa.

MACARRÃO: Não é?! Foda. A gente combina. Eu mando no grupo.

RENAN: Combinado. Valeu.

MACARRÃO: Um abraço.

RENAN: Um abraço

Em 09 de julho de 2019, Marco Antônio e Flávio Souza Maia falaram sobre um acordo que foi detalhado no depoimento e citaram o vereador Renan Maracajá como um dos interessados.

MARCO: Era o nome de Marcio, mas eu já consegui aqui. Valeu

FLÁVIO: Ei

MARCO: Diz

FLÁVIO: Fala aí com os homens pra gente ver o negócio das escolas. Daquelas três que tu ficou de dividir.

MARCO: Certo. Mas deixa passar esses buliços dessas escolas…porque um tá o outro não tá. Eles já disseram a mim. Disseram nas escola estadual aí pra começar. Inclusive Renan também já ligou.

FLÁVIO: Pois é. Porque quem tá entregando é Bili e Angelo né?

MARCO: Bili e Angelo. Entendeu? Aí é sentar pra ver (…)

Para o Ministério Público, “diante dos elementos de informação acima demonstrados, o grupo criminoso atua da seguinte forma: i) inicialmente, escolhem as empresas que vão participar do procedimento licitatório e combinam as propostas de modo a eleger qual delas ganhará o certame e formalmente será a fornecedora de merenda às escolas; ii) celebrado os contratos, dividem o número de escolas que cada empresário atenderá em nome da pessoa jurídica que foi contratada, como uma espécie de subcontratação, mas a margem da licitude; iii) recebidos os pagamentos na conta bancária da empresa contratada, o dinheiro é repassado para o empresário responsável pelo abastecimento da escola que fez o pagamento, seja através de conta bancária própria, de uma pessoa jurídica em seu nome ou de interpostas pessoas (“laranjas”).”

Outra conversa obtida pelo Blog mostra que após o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) suspender um processo licitatório da Secretaria de Educação em virtude do sobrepreço, Antônio Querino falou sobre o assunto com Charles e com Severino Roberto Maia, citando Pablo Allyson como um dos envolvidos com a irregularidade.

CHARLES: Adianta.

MACARRÃO: Adianto. Você deu alguma cobertura a Pablo?

CHARLES: A quem?

MACARRÃO: A Pablo;

CHARLES: Não.

MACARRÃO: Tão atrás dele. Foi.

CHARLES: Quem?

MACARRÃO: Cessé.

CHARLES: É.

MACARRÃO: Ora quem? Tu tá onde?

CHARLES: Tô em casa. Sei não. A Pablo, não.

MACARRÃO: Tas vendo?

CHARLES: Foi não, Macarrão.

MACARRÃO: teve uma licitação aquele negócio de tinta?

CHARLES: De tinta.

MACARRÃO: Quase um milhão.

CHARLES: Sei.

MACARRÃO: Já foi tudo descoberto. Que a firma, o cabra é assessor de Renan. Que esse Pablo é funcionário.

CHARLES: E aí?

MACARRÃO: Tirou um centavo só. Cancelou a licitação, homem.

CHARLES: Eita, mas foi daqui de Campina, não?

MACARRÃO: Velho. Vai atrás de tudo agora dele, homem. Tudo

CHARLES: mas, foi daqui de Campina?

MACARRÃO: Foi.

CHARLES: Hum. É. o povo quer demais, né? Rapaz, isso não existe não, doido.

MACARRÃO: O cabra me ligou lá de dentro.

CHARLES: Foi, não.

MACARRÃO: Ele vai mandar pra mim o coisa, aí eu mando pra tu.

CHARLES: Vai.

MACARRÃO: Visse, mas não diz nada, não diz nada a ninguém, não.

CHARLES: Vai, tá valendo

MACARRÃO: Vai, tchau.

Outro diálogo de 03 de junho de 2019.

MACARRÃO: Você viu, leu ali o que eu mandei pra você no zap?

BILÃO: De quê, aquele aviso de campina

MACARRÃO: Hum.

BILÃO: Diz.

MACARRÃO: Ali é de Renan, porra.

BILÃO: Hã.

MACARRÃO: Não é Pablo, rapaz, e Renan?

BILÃO: E é?

MACARRÃO: Ahn. Se o povo mexer dá certinho pro rabinho dele.

BILÃO: É.

MACARRÃO: Já descobriram que a firma é no, do assessor dele. Até o mandatozinho ele pode embaixar.

BILÃO: É.

MACARRÃO: O cabra quer comer tudo feito a desgraça.

BILÃO: Pois tá bom. Tchau.

Com essa conversa, a investigação pode observar que Pablo Allyson consta como beneficiário de uma transferência eletrônica oriunda da pessoa jurídica Arnóbio Joaquim Domingo da Silva, o Barra Mansa, o que reforçaria, segundo a apuração, o vínculo dele com o grupo criminoso.

Outra interceptação telefônica mostrou que Ângelo Felizardo do Nascimento pediu a Severino Roberto Maia o número de uma conta bancária para colocar uma “proposta”.

ANGELO: Oi Bili

SEVERINO: Oi Angelo

ANGELO: Tudo bem meu filho?

SEVERINO: Tudo

ANGELO: Bili, tu sabe o número da conta de cabeça, do bradesco, pra eu botar aqui nema proposta? Porque eu tava botando só do Banco do Brasil.

SEVERINO: Quem quer?…Toma…

ANGELO: Pra eu botar na proposta. Eles não pedem a conta do banco?

SEVERINO: Anota aí : agencia (O Blog ocultou o número da agência)

ANGELO: Certo

SEVERINO: E a conta (O Blog ocultou o número da agência)

ANGELO: Quinhentos…?

SEVERINO: (nesse trecho ele repete o número da agência)

ANGELO: Beleza meu filho. Beleza. Tá bom , valeu. Tichau.

SEVERINO: Tichau

A apuração da fraude aponta que o uso de Arnóbio Joaquim Domingos da Silva, o Barra Mansa, por Ângelo Felizardo para fornecer alimentos nas escolas de Campina foi evidenciado por uma ligação telefônica, onde Severino Maia esclarece para uma gestora que Ângelo é o responsável pela entrega da merenda naquela escola.

“Uma Senhora liga, dar boa tarde para BILÃO, diz que é a gestora do LUZIA DANTAS que fizeram o pedido da merenda na quarta-feira e que ficaram de entrega pela manhã (do dia 22); BILÃo diz que quem atende o LUZIA DANTAS é o ÂNGELO; GESTORA fala que não, que é o BILÃO; BILÃO diz que era ano passado e que agora é com ÂNGELO; GESTORA diz que quem assinou o contrato foi BILÃO; BILÃO diz que de fato assina de todo mundo; GESTORA ainda insiste que quem fornecia era o BILÃO; BILÃO diz que agora, após a divisão, ficou para ÂNGELO, que vai ligar para ele”.

KÁTIA: Alô.

AMÉLIA: Alô. É Kátia?

KÁTIA: É.

AMÉLIA: Kátia, boa tarde. Aqui é a Amélia, gestora da da escola Luzia Dantas.

KÁTIA: Hum.

AMÉLIA: Kátia, é o seguinte, porque quem tá tá fornecendo a merenda pra nós é é Ângelo. Mas, assim, a gente precisa dos documentos, não é, porque Arnóbio é que fez a a licitação. Não foi isso?

KÁTIA: Foi.

AMÉLIA: Aí, como é que a gente faz pra conseguir os documentos?

KÁTIA: Precisa de quê? Diga.

AMÉLIA: A gente precisa da das notas fiscais, precisamos de…

KÁTIA: A senhora já fala solicitou de Ângelo? Já fala que comprou de Ângelo?

AMÉLIA: Mas é, é porque é assim, é, eles têm uma pessoa responsável pra todo o núcleo, não é isso? Arnóbio.

KÁTIA: Não. Cada, cada pessoa é responsável por suas notas.

AMÉLIA: Sim. Mas, aí eu entrei em contato com uma pessoa da Secretaria e ela disse que tudo eu tenho que trabalhar com o Arnóbio. Com notas vinda dele.

KÁTIA: Hum.

AMÉLIA: É isso que. Aí a gente precisa das nota, precisa da certidão negativa pra poder fazer, efetivar os pagamento, sabe. Da merenda.

KÁTIA: Porque é assim, é. É aqui, Arnóbio. Entendeu?

AMÉLIA: Hum. É. Então…

KÁTIA: Só que é o seguinte, é, a solicitação vem de Ângelo.

AMÉLIA: É, mas assim, mas não é a pessoa que, que assina tudo, o contrato…

KÁTIA: Não, porque quem sabe o valor que tá devendo é ele, a gente não sabe. Entendeu?

AMÉLIA: E agora eu acho que…

KÁTIA: Quem me vendeu foi ele e a gente não sabe quanto ele vendeu, se vendeu, quando…

AMÉLIA: Não, mas aí como o contrato tá no nome de Arnóbio como é que a gente vai, vai pagar outra…

KÁTIA: Pelo vendedor. Pelo vendedor que tá lhe entregando.

AMÉLIA: É, mas o pessoal da Secretaria já … (incompreensível) de outra forma, né. Disse que eu tenho que resolver tudo com o Arnóbio.

KÁTIA: Tá. Eu vou falar com Ângelo.

AMÉLIA: Veja aí, porque aí…

KÁTIA: Como é o nome da sua escola mesmo?

AMÉLIA: É Luzia Dantas. Professora Luzia Dantas.

KÁTIA: Tá certo, tá.

AMÉLIA: É núcleo três, viu. No Alto Branco.

KÁTIA: Vou pedir pra Ângelo entrar em contato com a senhora.

AMÉLIA: É. Ele tá entrando em contato comigo, ele tá pedindo é uma cópia do do contrato. Mas o pessoal da Secretaria já me disse que toda a documentação tem que ir via Arnóbio porque a…

KÁTIA: Qual o seu e-mail? Qual o seu e-mail?

*conteúdo não exposto pelo Blog*

KÁTIA: Hotmail ponto com. Pronto, a gente vai mandar o que tem aqui, as certidões.

AMÉLIA: pronto. Aí, me mande…

KÁTIA: Agora o valor da nota fiscal tem que ser por eles mesmo. Que a gente não sabe, não.

AMÉLIA: É, mas se vocês entrarem em contato com eles, que aí eles sabem os valores…

KÁTIA: Eu vou entrar em contato com eles pra eles tentar.

AMÉLIA: Pra sair os documentos de vocês com o valor…

KÁTIA: Os documentos tá tudo aqui.

AMÉLIA: Certo.

KÁTIA: Certidões tudo.

AMÉLIA: Pronto. Aí você me dá, me dá um. Você já envia agora à tarde, né.

KÁTIA: É.

AMÉLIA: Pronto. Que aí a gente, a gente imprime e e resolve tudo direitinho, viu, Kátia.

KÁTIA: Tá bom.

AMÉLIA: Tá, obrigada, viu.

Outra ligação telefônica aponta a participação de Ângelo Felizardo no acordo ilícito no fornecimento da merenda, como mostra um diálogo entre Marco Antônio Querino e Flávio Souza Maia.

MARCO: Era o nome de Marcio, mas eu já consegui aqui. Valeu

FLÁVIO: Ei

MARCO: Diz

FLÁVIO: Fala aí com os homens pra gente ver o negócio das escolas. Daquelas três que tu ficou de dividir.

MARCO: Certo. Mas deixa passar esses buliços dessas escolas…porque um tá o outro não tá. Eles já disseram a mim. Disseram nas escola estadual aí pra começar. Inclusive Renan também já ligou.

FLÁVIO: Pois é. Porque quem tá entregando é Bili e Angelo né?

MARCO: Bili e Angelo. Entendeu? (…)

Isso, segundo o MPF, mostra que Ângelo e Roberto vão participar de uma licitação representando a empresa Barra Mansa.

MACARRÃO: Oi.

BILÃO: Macarrão.

MACARRÃO: Diga.

BILÃO: Quem é que ia entrar em de fase de licitação de Ângelo? Com a aprovação de Barra Mansa. É Roberto?

MACARRÃO: De Ângelo?

BILÃO: Hum.

MACARRÃO: É Roberto que tá indo com Ângelo.

BILÃO: É?

MACARRÃO: É.

BILÃO: Ah, sim. Ok. … (incompreensível) me disse, eu queria saber quem era. …(incompreensível)

MACARRÃO: Não. Lá é Ângelo. É Ângelo.

BILÃO: É Roberto, né.

MACARRÃO: É. Robério.

BILÃO: É. Que ele ele ele vai o Sami hoje, amanhã.

MACARRÃO: Sei vai.

BILÃO: É Roberto, acho que vai.

MACARRÃO: Hum.

BILÃO: Tá ok. Tchau. Ei. Tu lembrasse o menino pra assinar o documento, já assinou?

MACARRÃO: A menina já, falta só o contador.

BILÃO: E o menino?

MACARRÃO: Só o contador.

BILÃO: Tchau.

Isso, segundo a investigação, mostra que Bilão e Macarrão teriam combinado propostas que também envolvem Frederico de Brito.

MACARRÃO: Oi.

BILÃO: Diz.

MACARRÃO: Oi velho, já ligou.

BILÃO: Fala, patrão … (incompreensível) depois do almoço.

MACARRÃO: … (incompreensível) lá pelas duas horas, né.

BILÃO: Tá bom, … (incompreensível) eu te digo.

MACARRÃO: É, me vê uma coisa. É. Só as carne de Fred que tá dois real (R$ 2,00) a menos.

BILÃO: A de fred?

MACARRÃO: Sim. A carne sem osso dele tá dezesseis e oitenta (R$ 16,80). E é por vinte e oitenta (R$ 20,80).

BILÃO: Se for assim eu rasgo o contrato.

MACARRÃO: Ela que tem que fazer lá tudo de novo.

BILÃO: Quem?

MACARRÃO: A o povo lá, né, os contratos.

BILÃO: É.

MACARRÃO: Oxe, o cara aí vai perder dois reais. E o preço que o Manel mandou, o e-mail que ele mandou pra mim o preço é dezoito e oitenta (R$ 18,80).

BILÃO: A carne sem osso, qual, a carne?

MACARRÃO: Sem osso.

BILÃO: Sem osso, né?

MACARRÃO: É.

BILÃO: Acém.

MACARRÃO: É, só tem uma sem osso, né.

BILÃO: É.

MACARRÃO: Entendeu?

BILÃO: Ahnhã.

MACARRÃO: Aí eu mandei pra ele. Eu disse: Rapaz, isso aqui eu recebi pa da Seduc. Se veio erro veio da Seduc

BILÃO: Da Seduc. É verdade, então.

MACARRÃO: Não é malandragem de ninguém, não.

BILÃO: E vou até olhar os preços que tá na minha, vou conferir, visse.

MACARRÃO: Porque a … (incompreensível) eu vou falar contigo, não, a secretaria devolve. Manda devolver o pagamento. É.

BILÃO: Oxe.

MACARRÃO: E a de você, e a de Ângelo, todo mundo passa.

BILÃO: A da gente.

MACARRÃO: É.

BILÃO: Com o preço certo?

MACARRÃO: Com o preço certo. Dezoito e oitenta (R$ 18,80).

BILÃO: Não tem lógica, não.

MACARRÃO: Não é um negócio estranho?

BILÃO: É.

MACARRÃO: Depois é bom você dar um toque pra Manel pra saber o preço dele lá mesmo.

Blog do Wallison Bezerra

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