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Prefeitura usas mosquitos Aedes aegypti modificados

A prefeitura de Juiz de Fora assinou na manhã desta terça-feira (11) contrato com a empresa Oxitec do Brasil para iniciar a implantação de mosquitos Aedes aegypti geneticamente modificados na cidade. O anúncio do começo do projeto “Aedes do Bem” ocorreu em evento na Praça CEU, em Benfica. O contrato inicialmente terá duração de dois anos. No primeiro ano serão pagos R$ 165 mil à empresa, segundo a assessoria.

O projeto foi divulgado pela Secretaria de Saúde há cerca de um ano e cinco meses, em audiência pública que discutiu a epidemia de dengue que afetou a cidade em 2016. De acordo com a Prefeitura, entre janeiro e junho do ano passado foram 35.026 casos e 48 mortes por causa da doença. Neste ano, entre janeiro e junho, foram 54 casos.

A previsão é de que a implantação comece entre dois e três meses, a princípio, nas regiões dos bairros Monte Castelo, Santa Luzia e Vila Olavo Costa, impactando um total de dez mil pessoas. Em 2016, foram 925 casos no Santa Luzia; outros 564 em Monte Castelo e 152 na Vila Olavo Costa. De acordo com Prefeitura e a empresa, nos próximos anos o projeto será expandido e deve proteger 50 mil habitantes. A expectativa é que, após entre três e seis meses de liberação, o nível da população do Aedes aegypti selvagem comece a cair.

2ª do país a ter o médoto

A cidade será a segunda o Brasil e a primeira de Minas a utilizar a tecnologia que combate o transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. O projeto libera no ambiente mosquitos machos que não picam e não transmitem doenças. Eles buscam e copulam com fêmeas selvagens do Aedes aegypti e os descendentes herdam um gene autolimitante que faz com que morram antes de se tornarem adultos funcionais.

A Oxitec implantará um Posto Avançado em Juiz de Fora, para onde os mosquitos geneticamente modificados produzidos na fábrica de Piracicaba (SP) serão levados. Nela, as pupas se transformarão em mosquitos adultos, que serão soltos nos pontos estratégicos.

De acordo com a empresa, o mosquito geneticamente modificado já foi implantado nas Ilhas Cayman e no Panamá. Piracicaba (SP) foi a primeira cidade no Brasil, depois de ser testado em bairros nas cidades de Jacobina e Juazeiro, na Bahia. A redução na quantidade do mosquito selvagem chegou a alcançar 99% em um dos bairros de Juazeiro.

G1

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