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Prefeito de Camalaú que foi preso em operação do Gaeco entra na mira do MP por fraudes licitatórias

sandro-moco Prefeito de Camalaú que foi preso em operação do Gaeco entra na mira do MP por fraudes licitatóriasApós ter sido alvo de prisão na operação Rent a Car, do Gaeco, em agosto o prefeito de Camalaú, Alecsandro Bezerra dos Santos, mais conhecido como Sandro Moco (PSDB), entrou na mira do Ministério Público da Paraíba mais uma vez. Em portaria publicada nesta quarta-feira (2), o MP instaurou inquérito civil para apurar práticas criminosas cometidas por Sandro e outros, consistentes tais condutas em crimes licitatórios, de responsabilidade e falsidade, na locação de veículos na cidade.

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Prisão e soltura

O gestor municipal foi preso em flagrante no último 14 de agosto por possuir uma arma sem registro durante uma operação que apura ocorrência de crimes de falsidade documental, fraudes em licitação e desvio de recursos públicos na prefeitura do município. Sandro, no entanto, foi solto na tarde do mesmo dia após pagar uma fiança de cerca de R$ 14 mil, respondendo o processo em liberdade.

Operação Rente a Car, do Gaeco

A Operação tem alicerce em uma ação penal movida pelo MPPB contra o prefeito de Camalaú, Alecsandro Bezerra dos Santos, e outras pessoas envolvidas, que são suspeitos de planejar e executar engenho voltado para desviar recursos públicos do município, processado após prévia emissão de documentos falsos e locação fraudulenta de veículos do prefeito, sendo uma caminhonete e um caminhão, registrados em nome de “laranjas”.

Segundo apurado, desde o início da gestão do atual prefeito, 2017, os veículos NISSAN FRONTIER e caminhão Mercedes Benz são sistematicamente locados ao município de Camalaú, após prévio direcionamento de processos de licitação, especialmente modelados para tal finalidade.

A caminhonete foi adquirida junto a uma concessionária de Caruaru em março de 2017, pelo valor de R$ 165 mil, destes R$ 110 mil foram pagos por meio de transferência bancária de conta titularizada pelo próprio prefeito. Em contrapartida, o município de Camalaú já pagou, pelo menos, R$ 140.902,00 pelos contratos de locação. De acordo cm o MPPB, a caminhonete era vinculada ao gabinete do prefeito, que usava o veículo, ainda arcando com os custos da locação.

dercio

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