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De ventilador a klowsbey: conheça os atletas que jogaram a Copa do Brasil com os nomes e apelidos mais inusitado

klowsbey_pereira1-690x390 De ventilador a klowsbey: conheça os atletas que jogaram a Copa do Brasil com os nomes e apelidos mais inusitado

A Copa do Brasil nasceu em 1989, mais precisamente no dia 19 de julho. Desde então, centenas de jogadores disputaram partidas pela competição e, em praticamente todas as edições, é possível encontrar uma seleção de atletas com nomes esquisitos e engraçados. De comidas a animais, a criatividade impera. Mas, quais são os critérios na hora de nominar alguém? O que leva, por exemplo, uma pessoa a receber o apelido de um alimento?

Na Copa do Brasil é possível formar alguns times com jogadores que na verdade formariam um verdadeiro banquete: Pirão (Americano-RJ, 2006), Batata (Flamengo-PI, 2009), Cebola (Ji-Paraná -RO, 1992), Papinha (Sampaio Corrêa-MA, 1989), Coxinha (Flamengo-PI, 1989), Chicletão (União Bandeirante-PR, 1990), Cocada (Juazeiro- BA, 2002), Paçoca (Rio Negro – AM, 1991), Tangerina (Fortaleza-CE, 1992), Limão (Juventus – AC, 1990), Felipe Mamão (Águia de Marabá-PA, 2009), Coca e Café (Rio Negro-MA, 1989) e Cafezinho (Náutico-PE, 1993).

Mas, não são apenas nomes de comidas os prediletos para denominar uma pessoa. Na hora de apelidar um amigo, a fauna brasileira também é levada em consideração: Barata (ABC-RN, 1992), André Jacaré (Santa Cruz-PE, 1996), Formiga (Goiás, 1991), Preá (Interporto- TO, 2000), Walter Minhoca (Ipatinga-MG, 2003), Marreco (Parnahyba-PI, 2004), Luciano Capivara (Fortaleza-CE, 1989), Bode (CSA-AL, 1997),  Baleia (Moto Club-MA, 2008),  Peru (São Raimundo-AM, 2007), Cláudio Gavião (Remo-PA, 1997), Edu Pata (Itabaina-SE, 2008), Mosca (Nacional -AM, 2008), Panda  (Icasa-CE, 2009). E ainda há aqueles que receberam nomes que lembram um animal, como os atletas Vacaria (Brusque-SC, 1993), Boiadeiro (Cruzeiro-MG, 1993), Carnerote (Juazeiro-BA), Rabicó (Fortaleza-CE, 2005), Pig (ASA-AL, 2001) e Dumbo (Atlético Roraima-RR).

Não bastasse comidas e animais, é surpreendente a quantidade de jogadores com nomes de objetos e semelhantes: Alfinete (Grêmio, 1989), Dadinhho (Paysandu-PA), (Ituiutaba-MG, 2008), Léo Papel, Garrafa (Colatino-ES, 1991), Cisco (Rio Negro-AM), Galocha (Amapá-AP,1992), Sacola (Linhares-ES, 1994), Petróleo (Pontaporanense-MS, 1995), Ventilador (Ji-Paraná-GO, 1994), Capacete (Amapá-AP, 1998), Brinquedo (Picos-PI), Balão (Remo-PA), Fuscão (ASA-AL, 2002), Cipó (Parnahyba-PI, 2004), Gralha (Figueirense-SC), Cascata (Catuense-BA), Terrão (Ulbra-RS, 2006), Fumaça (Náutico, 2002) e Bombinha (Mineiros-GO).

A imaginação das pessoas que escolhem apelidos para outras é infinita: Tosim (Guarani-SP, 1989), Zuega (Flamengo-PI, 1989), Monga (Ceará-CE, 1993), Caçote (Sousa-PB, 1995), Bitonho (Cori-Sabbá-PI, 1996), Cocito (Atlético-PR, 1999), Mocambo (Lagartense-SE, 1999), Mainha (Flamengo-PE, 2001), Fiona (Atlético Roraima-RR, 2002), Fuamba (São Raimundo-RR, 2006),  Cangerê (Juventus-AC, 1992), Bocage (Palmares-RO, 1995), Paquito (Vasco-AC, 2002),  Pingoto (Vitória-ES, 2007), Tainha (Águia Negra-MS, 2008), Ibateguara (Capelense-AL, 1990), Mundoca (Rio Branco-AC, 1993), Pupunha (Ariquemes-RO, 1994), Conga (Santa Cruz-PB, 1996), Tetéia (Ji-Paraná-RO, 1996), Batuíra (Operário-MS, 1998), Adocica (Lagartense-SE, 1999), Bereta (Confiança-SE, 2000), Salermo (Auto Esporte-PB, 1993), Murica (São Raimundo-AM, 1999), Bonieque (Rio Branco-AC, 2004), Marraquete (Palmas-TO, 2004), Buziga (Flamengo-PI, 2001), Creedence (Guarani-SP, 2003), Bironga (Tuna-Luso-PA, 2003),  e Pantico (Parnahyba-PI, 2006).

Mas, quando a criatividade não está no apelido e sim no nome? Ao longo dos 30 anos de Copa do Brasil já entraram em campo: Gulliver (União Bandeirante-PR,1990), Mabília (Grêmio-RS, 1992), Alcaraz (Náutico-PE, 1993), Cleudemézio (Ceará-CE, 1994), Clebertong (Remo-PA,1994), Roberto Michele (Campinense-PB,1994), Gelásio (Figueirense-SC,1995), Adalberon (CSA-AL, 1995), Lamônica (Paran-a-PR,1997), Klifthon (Desportiv-ES,1997), Mark Damon (URT-MG,2006), Zaltron (Avaí-SC, 2007), Ligger (Icasa-CE, 2009), Guigov (Portuguesa-SP, 2009), Kemps (Itabaiana-SE, 2009), Schwenck (Figueirense, 2009), Rosembrick  (América-RN, 2009), Ben-Hur (ABC-RN, 2009), Rummennig (Potiguar, 2009), Asprilla (Naútico, 2009), Mithyuê (Grêmio, 2010), Yaninck, (Corinthians-AL, 2010), Schmoeller (Brasiliense, 2010), Kochaki (Atlético Roraima – RR, 2010) Scheidt (Corinthians, 2001), Gladstone (Cruzeiro, 2003), klowsbey (Juventus-AC jogou, 1992), Isoton (Juventude-RS, 1995) e Flaubert (Moto Club -MA, 2009).

Não à toa a Copa do Brasil é denominada a competição mais democrática do país, pois reflete o mosaico que é o futebol brasileiro. Seu diferencial está justamente na diversidade, de todos os aspectos, desde cor, sotaque, comportamento e, como vimos, até nomes. O encontro entre times de todos os estados permite um intercâmbio cultural, que evidencia as diferenças regionais e a beleza que há nisso.

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